Dra. Dayana Peterle

Gastroenterologista e Hepatologista em Brasília

Cuidar do seu sistema digestivo, fígado e metabolismo com excelência, escuta e precisão é o meu propósito. Com uma abordagem humanizada e baseada em evidências, cada consulta é pensada para entender suas queixas, seus exames, sua rotina e seus objetivos. Porque cuidar da saúde e mudar hábitos pode ser desafiador, mas com acolhimento, prevenção e um plano feito para você, esse caminho se torna mais claro, possível e duradouro.

Conheça minhas especialidades

Gastroenterologia e Hepatologia

Esôfago

Avaliação e tratamento de sintomas como refluxo, azia, queimação, dor ao engolir, sensação de bolo na garganta, tosse relacionada ao refluxo e desconfortos que podem estar ligados ao esôfago.

Estômago

Cuidado para queixas como dor ou queimação no estômago, má digestão, náuseas, empachamento, gastrite, refluxo, sensação de estômago cheio e outros sintomas digestivos que afetam a rotina e o bem-estar.

Fígado

Acompanhamento especializado para alterações nos exames do fígado, esteatose hepática, hepatites, doenças hepáticas crônicas, investigação de enzimas hepáticas elevadas e prevenção de complicações relacionadas à saúde hepática.

Intestino

Investigação e tratamento de sintomas como gases, distensão abdominal, constipação, diarreia, dor abdominal, alterações no hábito intestinal, intolerâncias alimentares, SIBO/IMO e supercrescimento bacteriano.

Obesidade

Abordagem médica individualizada para emagrecimento, com foco em saúde, metabolismo, hábitos sustentáveis e prevenção de complicações. O objetivo é construir um plano possível, seguro e adaptado à realidade de cada paciente.

Síndrome Metabólica

Cuidado integrado para condições como resistência à insulina, aumento da circunferência abdominal, alterações de colesterol, triglicerídeos, glicose e pressão arterial, com foco na prevenção e na melhora da saúde metabólica.

Sobre mim

Prazer, Dra. Dayana Peterle!

Cuidar sempre foi o meu propósito. Foi por isso que escolhi a Medicina.

Com o tempo, aprofundei minha formação com residência médica em Clínica Médica, Gastroenterologia e Hepatologia, além de pós-graduação em Obesidade e Emagrecimento, pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, UNIFESP e Hospital Albert Einstein. Ao longo dessa trajetória, entendi que o cuidado genuíno exige um olhar profundo, completo e individualizado para cada paciente.

Atualmente, componho a equipe de Hepatologia e Transplante Hepático da Rede D’Or de Brasília. Na prática clínica, meu olhar integra fígado, sistema digestivo e metabolismo, porque muitas queixas não devem ser avaliadas de forma isolada.

Alterações em exames, gordura no fígado, sintomas intestinais, excesso de peso, resistência à insulina e mudanças na rotina podem estar conectados. Por isso, conduzo cada caso com escuta atenta, investigação cuidadosa, precisão diagnóstica e um plano de cuidado possível para a realidade de cada paciente.

Acredito que a verdadeira mudança acontece quando ciência, prevenção e hábitos sustentáveis caminham juntos. É assim que enfrentamos condições cada vez mais comuns, como a esteatose hepática, a síndrome metabólica e os distúrbios gastrointestinais: com clareza, acompanhamento e decisões possíveis de manter no longo prazo. Esse é o meu compromisso diário: oferecer um cuidado médico humano, ético e atualizado, capaz de promover transformações duradouras na saúde e na qualidade de vida de cada pessoa.

Um plano que tem método.
E que tem você no centro.

A primeira consulta é mais do que um simples diagnóstico:

A primeira consulta é um momento de escuta atenta e análise cuidadosa. Vamos nos conhecer melhor e entender o que está por trás dos seus sintomas, dos seus medos, dos seus exames.

Um plano de tratamento que funciona para você:

Avaliamos sua saúde hepática, metabólica e gastrointestinal, assim como a sua relação com a alimentação e os impactos da rotina no seu corpo. Criamos um plano personalizado, com base em ciência, equilíbrio e viabilidade.

Cuidar de você, de verdade.​​

Aqui, o cuidado começa com uma escuta atenta para entender sua história, seus exames, sua rotina e seus objetivos. Entendemos juntos todas as suas queixas, medos e necessidades. E, assim, traçamos um planejamento estruturado, baseado em evidências científicas, para cuidar de você com precisão e acolhimento.

A partir disso, construímos um plano individualizado, com foco na saúde do fígado, do sistema digestivo e do metabolismo, respeitando o seu ritmo e a sua realidade. A proposta é encontrar caminhos realistas para cuidar da sua saúde com equilíbrio, prevenção e constância. Com orientações claras, metas possíveis e passos concretos que você consiga manter no dia a dia.

Real, possível, sem complicações

O foco é a sua saúde

Baseado em evidências científicas

Mudanças de hábitos adaptados à sua rotina

Metas alcançáveis e pequenas vitórias que te motivam

Veja as formas de atendimento:

1

Online

Conveniência, acolhimento e cuidado, onde você estiver.

A melhor opção para quem mora longe, tem rotina agitada ou prefere o conforto de casa. Sem trânsito, sem deslocamento, sem burocracia e com a mesma qualidade.

2

Presencial



Para quem valoriza o contato direto e a troca ao vivo.

Aqui, nos encontramos, nos conhecemos melhor e realizamos uma avaliação detalhada, com a possibilidade de realizar exames no mesmo momento da consulta.

Diferenciais

Veja porque escolher:

Especialista em doenças do fígado

Hepatologista em Brasília

Esteatose hepática: Conhecida como gordura no fígado, a esteatose hepática é uma das alterações hepáticas mais comuns e está frequentemente associada ao excesso de peso, resistência à insulina, diabetes, colesterol alto, triglicerídeos elevados e síndrome metabólica. Mesmo quando não causa sintomas, precisa ser acompanhada para evitar inflamação, fibrose e evolução para formas mais graves da doença.

Alterações de enzimas hepáticas: Exames como TGO, TGP, GGT, fosfatase alcalina e bilirrubinas podem indicar algum grau de sobrecarga, inflamação ou lesão no fígado. Essas alterações podem estar relacionadas a esteatose hepática, medicamentos, álcool, hepatites, doenças autoimunes, alterações biliares ou metabólicas. Por isso, o resultado deve ser interpretado junto com a história clínica e outros exames.

Cirrose hepática: A cirrose é uma condição em que o fígado passa por um processo de cicatrização avançada, geralmente causado por agressões crônicas, como esteatose hepática avançada, hepatites virais, consumo de álcool ou doenças autoimunes. O acompanhamento com hepatologista é essencial para monitorar a função do fígado, prevenir complicações e indicar o tratamento adequado para cada caso.

Hepatites virais: Hepatites B e C são infecções que podem afetar o fígado de forma silenciosa por muitos anos. Quando não diagnosticadas e acompanhadas corretamente, podem evoluir para fibrose, cirrose e outras complicações. A avaliação médica permite solicitar exames específicos, orientar prevenção e indicar tratamento quando necessário.

Hepatite autoimune: É uma doença em que o próprio sistema imunológico agride o fígado, causando inflamação crônica. Pode aparecer com alterações nos exames hepáticos, cansaço, icterícia ou até sem sintomas evidentes. O diagnóstico exige investigação cuidadosa e o tratamento deve ser acompanhado de perto por um especialista.

Nódulos e lesões no fígado: Achados como cistos, hemangiomas, adenomas, hiperplasia nodular focal ou nódulos hepáticos podem aparecer em exames de imagem, como ultrassom, tomografia ou ressonância. Nem toda lesão é grave, mas é importante avaliar suas características, acompanhar quando necessário e diferenciar alterações benignas de condições que exigem maior atenção.

Doenças das vias biliares: Alterações nos canais que transportam a bile podem causar coceira, icterícia, dor abdominal, enzimas hepáticas alteradas ou alterações em exames de imagem. Algumas condições, como colangites e obstruções biliares, exigem investigação específica para evitar complicações.

O que meus pacientes dizem

Avaliações

Especialista em doenças do aparelho digestivo

Gastroenterologista em Brasília

Refluxo gastroesofágico: Acontece quando o conteúdo do estômago retorna para o esôfago, causando azia, queimação, regurgitação, tosse, rouquidão ou sensação de bolo na garganta. O tratamento depende dos sintomas, dos hábitos e da necessidade de investigação complementar.

Gastrite, dor no estômago e má digestão: Queimação, náuseas, empachamento, dor na parte alta do abdômen e sensação de estômago cheio podem estar ligados a gastrite, dispepsia, refluxo, medicamentos, alimentação ou estresse. A avaliação médica ajuda a diferenciar as causas e evitar tratamentos inadequados.

Dor abdominal: A dor abdominal pode ter origem no estômago, intestino, fígado, vesícula, pâncreas ou em alterações funcionais. Quando é frequente, intensa, recorrente ou associada a outros sintomas, precisa ser investigada para orientar o melhor cuidado.

Distensão abdominal, gases e inchaço: Barriga estufada, excesso de gases e desconforto após as refeições podem estar associados a constipação, intolerâncias alimentares, síndrome do intestino irritável, SIBO/IMO ou alterações da microbiota. O tratamento depende da causa.

Intolerância à lactose: Ocorre quando o organismo tem dificuldade para digerir a lactose, açúcar presente no leite e derivados. Pode causar gases, cólicas, distensão abdominal, diarreia e desconforto após o consumo desses alimentos.

Síndrome do intestino irritável: Condição funcional do intestino que pode causar dor abdominal, gases, inchaço, diarreia, constipação ou alternância entre os dois. O cuidado envolve entender gatilhos, rotina, alimentação, sono, estresse e, quando necessário, medicamentos.

Constipação intestinal: Prisão de ventre, evacuação difícil, sensação de evacuação incompleta e esforço evacuatório podem afetar muito a qualidade de vida. Pode estar relacionada a alimentação, hidratação, rotina, medicamentos, alterações hormonais ou disfunções intestinais.

Diarreia crônica ou recorrente: Episódios frequentes de diarreia podem estar ligados a intolerâncias alimentares, infecções, síndrome do intestino irritável, doença celíaca, doenças inflamatórias intestinais ou alterações da microbiota. Quando persiste, precisa de investigação.

Obesidade e emagrecimento: O cuidado da obesidade deve ir além da balança. É importante avaliar metabolismo, composição corporal, hábitos, saúde digestiva, fígado, resistência à insulina e possíveis complicações. O objetivo é construir um plano realista, seguro e sustentável.

Síndrome metabólica: Envolve alterações como aumento da circunferência abdominal, resistência à insulina, glicose elevada, pressão alta, colesterol ou triglicerídeos alterados. Está relacionada à saúde do fígado, risco cardiovascular e esteatose hepática, exigindo abordagem integrada.

Exames que realizo:

Bioimpedância

Exame que avalia a composição corporal, incluindo percentual de gordura, massa muscular, água corporal e outros indicadores importantes para entender melhor o metabolismo. Auxilia no acompanhamento de pacientes com obesidade, esteatose hepática, síndrome metabólica e processos de emagrecimento.

Teste respiratório

Exame utilizado na investigação de sintomas como gases, distensão abdominal, dor, diarreia, constipação e desconforto após determinados alimentos. Pode auxiliar no diagnóstico de condições como SIBO/IMO e intolerância à lactose, ajudando a direcionar um tratamento mais preciso.

Teste hepático genético

Exame que avalia predisposições genéticas relacionadas à saúde do fígado e ao risco de evolução de algumas doenças hepáticas. Pode contribuir para uma análise mais individualizada, especialmente em casos de esteatose hepática, alterações persistentes nos exames do fígado ou histórico familiar.

O que meus pacientes perguntam

Dúvidas Frequentes

“Quando devo procurar um hepatologista?”

Você deve procurar um hepatologista quando há alterações nos exames do fígado, gordura no fígado, hepatites, dor ou desconforto abdominal, histórico de doenças hepáticas ou fatores de risco metabólicos, como obesidade, resistência à insulina, diabetes, colesterol ou triglicerídeos elevados. A avaliação especializada ajuda a investigar a causa e definir o melhor plano de cuidado.

A esteatose hepática, conhecida como gordura no fígado, pode ser silenciosa e muitas vezes aparece em exames de rotina. Apesar de comum, precisa ser acompanhada, porque em alguns casos pode evoluir com inflamação, fibrose e outras complicações. O tratamento envolve investigação adequada, controle metabólico e mudanças sustentáveis no estilo de vida.

Alterações em exames como TGO, TGP, GGT e fosfatase alcalina podem ter diferentes causas, desde gordura no fígado e uso de medicamentos até hepatites, álcool, doenças metabólicas ou outras condições hepáticas. Por isso, o ideal é não interpretar o exame isoladamente: é preciso avaliar sintomas, histórico, hábitos e exames complementares.

Muitas doenças do fígado não causam sintomas no início. Quando aparecem, podem incluir cansaço, dor ou peso do lado direito do abdômen, pele ou olhos amarelados, urina escura, coceira, inchaço abdominal ou alterações nos exames. Mesmo sem sintomas, exames alterados merecem investigação.

Sim. Refluxo, azia e queimação podem estar relacionados ao retorno do ácido do estômago para o esôfago, mas também podem se confundir com outras condições digestivas. O tratamento depende da causa e pode envolver ajustes de hábitos, alimentação, medicamentos e, quando necessário, exames para avaliação mais detalhada.

Podem, mas nem toda dor no estômago é gastrite. Sintomas como queimação, náuseas, empachamento, sensação de estômago cheio e desconforto após as refeições podem ter diferentes causas. A consulta médica ajuda a diferenciar gastrite, refluxo, alterações funcionais, intolerâncias e outras condições.

Gases e inchaço podem acontecer ocasionalmente, mas quando são frequentes, intensos ou associados a dor, diarreia, constipação ou desconforto após certos alimentos, merecem avaliação. Entre as possíveis causas estão intolerâncias alimentares, constipação, síndrome do intestino irritável, SIBO/IMO e alterações da microbiota.

Sim. O excesso de peso pode estar relacionado à gordura no fígado, resistência à insulina, refluxo, alterações metabólicas e maior risco de complicações cardiovasculares. Por isso, o acompanhamento deve ir além do peso na balança, avaliando metabolismo, hábitos, exames, sintomas digestivos e saúde hepática.

A síndrome metabólica é um conjunto de alterações que pode incluir aumento da circunferência abdominal, resistência à insulina, glicose elevada, pressão alta, colesterol ou triglicerídeos alterados. Ela aumenta o risco de doenças cardiovasculares, diabetes e gordura no fígado, por isso exige cuidado integrado e acompanhamento médico.